Lá vamos nós: meio de julho, você talvez pensando se toda aquela crise Brasília feelings deu um chá de descanso na vida Pessoa que Vos Fala™... Ha. Tente novamente mais tarde. Ainda assim estamos na pista, caminhando, cantando, nerdiando, pois sem nerdices não dá pra viver a vida. A semana foi caótica no offline, continuando a vibe desses dois meses que vem me deixando a beira da loucura. E eu não digo isso brincando.
Mas não dá pra viver essa retrospectiva toda santa segunda-feira só falando de problema, né? Chega uma hora que enche até a minha paciência. Por outro lado, o trabalho aqui sempre rende muita conversa legal entre eu e o Waka, umas meia dúzia de piada ruim, ideias, minhas tradicionais poucas horas dormidas, pois dormir é algo que eu não sei desde 2005, acho.
O site vem crescendo bem, caminhando para o primeiro ano online. (!) O tempo tá correndo mais que Barry Allen antes de criar o Flashpoint. Mas a experiência tem sido bacana por demais. Mesmo com os contratempos, que são muitos, eu tô adorando. E todo dia eu me esforço pra seja por meio de uma notícia, review, ou dessa retrô, você ver o quanto eu gosto daqui. E ver o quanto eu quero que você se informe, se divirta conosco.
E eu tô enrolando demais, acho. Vamos aos temas da semana.
E eu tô enrolando demais, acho. Vamos aos temas da semana.
*sobe a vinheta do Nerdices de Família*
O retorno do Homem-Aranha
Na quinta-feira estreou Homem-Aranha: De Volta ao Lar. O pessoal tem recebido o filme super bem, e eu sempre penso até onde vai o senso crítico da galera, o "poxa vida, foi maneiro mesmo" sincero, e onde começa a tietagem cega, só por ser um filme produzido pela Marvel. Nesse caso, co-produzido com a Sony, mas na cabeça de uma galera, acaba que dá na mesma.
Não sei se verei o filme, confesso. Gosto do Aranha, embora mais por uma perspectiva sociológica que de fã. Acho ele um caso mega interessante de como realidade e ficção se mistura, e de como criar engajamento e empatia tão fortes. Ainda assim, não é exatamente o bastante pra motivar meu gasto de dinheiro, e principalmente, de tempo, pois eu sou bem cricri na hora de escolher os filmes pra assistir.
Mas eu até fico feliz pelo sucesso do filme já na estreia, mesmo sem ser o público alvo dele. Tom Holland é um bom ator, sua estreia em Guerra Civil não dava pra ser mais Homem-Aranha do que foi. E se você quiser me convidar, o que é bem diferente, claro que eu aceito. Você rejeita muita coisa na vida, mas não um convite pra cinema.
Mas eu até fico feliz pelo sucesso do filme já na estreia, mesmo sem ser o público alvo dele. Tom Holland é um bom ator, sua estreia em Guerra Civil não dava pra ser mais Homem-Aranha do que foi. E se você quiser me convidar, o que é bem diferente, claro que eu aceito. Você rejeita muita coisa na vida, mas não um convite pra cinema.
Observações aleatórias sobre Overwatch
Semana passada finalmente foi revelado o tão falado Doomfist, e brincadeiras +18 a parte, foi bem legal. O que a Blizzard conseguiu com Overwatch é bem único: criar um nível de engajamento tal, onde mesmo as pessoas que não jogam o game (eu sou uma delas), gostam de ficar em dia com as coisas desse universo, que é muito rico, por sinal. Tinha que ver a minha reação quando eu soube do anúncio, foi bem engraçado.
Isso novamente acende dentro da minha cachola o debate que as vezes surge nos sites:
Overwatch deveria ter conteúdo singleplayer?
É uma faca de dois (le)gumes. Parte enorme do sucesso do game vem justamente do charme de você não saber todos os detalhes num modo campanha, capítulos, de não ver a Crise Ômnica, de não mostrarem a fundo a origem da Tracy, do Winston, ou explorarem mais as interações da Sombra com os outros personagens.
Mas ao mesmo tempo... Poxa. Eu fiquei histérica com o vídeo de origem do Doomfist, você não tem noção. Primeiro, a animação da Blizzard é nunca menos que sensacional, seja 3D ou mais "puxada pra desenho." Segundo, foi outro bit de história acrescentado a esse universo cuja mitologia é tão rica. E eu adoro isso por demais.
Tá chegando o Evo 2017!
Fã de FPS? Já peço desculpas, pois a melhor semana, empatada com a Capcom Cup, chegou: a semana do Evo! A Meca dos games de luta se reúne em Mandala Bay a partir do dia 14 e guenta coração, minha ansiedade nunca foi tanta. Esse ano eu tenho acompanhado bem melhor a FGC, a comuna que mesmo com seus defeitos, é de longe a mais legal dos eSports.
Só que o Evo tem aquele problema de praxe... Um monte de coisa pra assistir simultaneamente, e infelizmente eu só tenho uma cabeça pra lidar com no máximo, 2 fluxos de informação. Então, tem que rolar o uni-duni-tê: quais jogos assistir?
Street Fighter V é de lei. Um americano enfim vencerá o Evo? Eles são bem talentosos, e a chance é grande, mas a tiete asiática em mim, torce contra isso. (#pas) Tem gente em alta (Punk, Smug, Snake), gente ralando pra ficar em forma (Daigo, Infiltration, Xian), e gente contrariando a lógica, e ainda fazendo bonito (Fuudo, Bonchan). Então há potencial de muito rói unha com ótimas lutas.
O outro jogo que eu quero ver é BlazBlue: Central Fiction. Parece aleatório, mas anote: nenhuma escolha minha é mero acaso. (risos) Tudo tem um motivo filosófico por trás. BlazBlue foi o primeiro jogo que eu vi do Evo, naquela final fantástica entre Dogura, e Garireo, com cada comeback que olha. Então ver a entrada do Central Fiction esse ano, me deixou bem animada.
As vezes eu dou uma espiadinha no Melee, pois é um lance inexplicável: o jogo é antigo, eu nem curto a narração tanto assim, mas acaba que é divertido de ver.
Armadura Nerd no Anime Friends 2017
Yep, o menino Wakashimazu esteve lá. Então prepare-se para uma semana com várias coisinhas que ele já está produzindo, e todo um balanço sobre a edição 2017 do tradicional evento da Yamato. Pra adiantar, já deixo os dois primeiros vídeos e o convite: vamos clicar nos links da retrô?
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